Conceito Genérico da IN

Os componentes principais de uma arquitectura típica IN (FIG.2) consiste de um ponto de comutação de serviços (SSP – Service switching point), ponto de controlo se serviços (SCP-Service control point), sinalização n.º7-ITU-T, periféricos inteligentes (IP- Intelligent Peripheral), sistema de gestão de serviços (SMS – Service management system) e o ambiente de criação de serviços (SCE – Service Creation Environment).


Legenda:

LE – Local Exchange (Central Local)
TE – Transit Exchange (Central de Trânsito)
Arquitectura da rede inteligente

Serviços da Rede Inteligente

Os investimento iniciais de implementação de uma rede inteligente são relativamente elevados razão pela qual os primeiros sistemas implementados pelos operadores de telecomunicações eram justificados pela introdução de um ou dois serviços com elevado retorno. Os investimentos iniciais associados à introdução massiva da funcionalidade SSP e estabelecimento do SCP é elevado. Contudo, uma vez os custos da plataforma absorvidos, os custos marginais de implementação de novos serviços na rede inteligente deverão ser relativamente mais baixos e geralmente mais baratos comparados com as alternativas de comutação por circuito.

As aplicações mais usadas na fase inicial da introdução da IN foram o “freephone” (telefone gratuito ainda conhecido por Linha Verde) e serviços de cartões pré-pago. Por exemplo, deve-se notar que a British Telecom (BT), o grupo de serviços que incluem o “freephone” 0800, chamadas de valor acrescentado 0891, chamadas locais 0345 e nacionais 0990 partilham o mesmo grupo de serviço conhecidos por telemarketing. É pouco provável que a IN seja usada para substituir os serviços hoje disponibilizados por via da técnica de comutação de circuitos. Contudo, quando mais expandido e facilidades forem introduzidas, a rede inteligente será a plataforma preferida para a disponibilização de novos serviços.

Presentemente, a arquitectura IN é mais apropriada para a disponibilização de facilidades durante o processo de roteamento da chamada em vez das fases de inicialização ou terminação. Em particular, a IN é apropriada para a implementação de serviços de valor acrescentado com as seguintes características:

  • Serviços que requeiram a coordenação de acções em várias centrais (por exemplo numa VPN);
  • Serviços que requeiram uma grande base de dados;
  • Serviços que ofereçam ao cliente um controlo em tempo real das actualizações;
  • Serviços que ofereçam soluções customizados numa base individual;
  • Serviços onde o número marcado não tem relação geográfica com o local da terminação da chamada (por exemplo, freephone e números pessoais);
  • Serviços que requeiram o PIN de autentição (por exemplo, o cartão de recarga e número pessoal e;
  • serviços que requeiram instruções especificas através de anúncios aos clientes).

Vantagens da Rede IN

  • Facilidades e rapidez na implementação de novos serviços
  • Exploração eficiente dos recursos das Redes Fixas de Telecomunicações já existentes;
  • Acesso da Rede Fixa a outros serviços não disponíveis na sua Base de Dados e sua comercialização pelos clientes;
  • Evita custo referentes à modernização de equipamentos de Rede Fixa, para apetrechar a sua base de dados pelos serviços em demanda no mercado


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